quinta-feira, 4 de janeiro de 2018


Título- Planeamento do treino desportivo
Autor – António Vasconcelos Raposo
Classificação Temática- Desporto e Lazer  Ciência Desportiva


SINOPSE
O livro Planeamento do treino desportivo: fundamentos, organização e operacionalização, de António Vasconcelos Raposo, aborda os mais recentes conhecimentos na elaboração dos vários planos de treino no que concerne à estruturação cíclica da época desportiva.

              A obra, organizada em vinte e um capítulos, apresenta o processo segundo o qual os treinadores das modalidades desportivas poderão tomar as decisões que respeitam à distribuição dos conteúdos da preparação desportiva dos atletas, por forma a que estes possam alcançar o melhor rendimento competitivo no período das principais competições da época desportiva.

              Numa abordagem meticulosa, são apresentadas ao leitor diferentes opções para operacionalizar a estrutura e distribuição da carga de treino ao longo da época, devidamente fundamentadas, desenvolvendo, igualmente, a preparação altamente específica e prévia à competição mais importante.


quarta-feira, 3 de janeiro de 2018

Título- A costa da Povoação
Autor – João Cordeiro
Etnografia

Afastada e isolada do bulício
civilizacional da nossa modernidade,
a Costa da Povoação encerra uma
história simples de costumes
tradições, de atitudes
e comportamentos que incorporam
a mesma identidade.
a Costa é um repositório de memórias
de percursos existenciais de vidas
e gerações que enfatizam a procura
e o interesse de muita gente e em que
as próprias características ímpares
e especificas do seu espaço litoral
e costeiro acrescentam valor

e dão-lhe um toque de magia

quinta-feira, 14 de dezembro de 2017

Título- Novas estórias açorianas
Autor- Carlos Alberto Machado
Literatura Portuguesa/Açoriana/Estória
Sinopse:
Em 2012, o primeiro Estórias Açorianas foi muito bem recebido por leitores e crítica (a obra integra o Plano Regional de Leitura dos Açores e o Plano Nacional de Leitura).
Estas Novas Estórias Açorianas mantêm características que as ligam ao primeiro conjunto: situações e figuras da história e da cultura dos açores e dos quotidianos de hoje, recriadas com ironia e mordacidade.
     Eis o que em 2012 escreveu sobre as Estórias de Carlos Alberto Machado a poeta Inês Lourenço: «estimulante colectânea de pequenas narrativas, que nos fazem viajar com gosto e eficácia pela ambiência açoriana. Numa linguagem escorreita e contida, mas plena de referências cultas, numa associação poética entre o concreto e o intangível, vemos desfilar perante os nossos olhos, diversos tipos humanos, cheios de singularidades. Mesmo as vizinhas, as beatas, os velhos baleeiros, os pequenos tendeiros, os eruditos decadentes, comunicam-nos uma espécie de nobreza e probidade, entranhados no fundo marítimo da paisagem insular. Diversos pontos de vista, desde o olhar infantil até aos cambiantes da vida adulta, nos aparecem, numa mansa mas vivaz sabedoria.»
Biografia

   Carlos Alberto Machado, escritor nascido em Lisboa (1954) e radicado nos Açores desde 2005, tem uma obra reconhecida nas áreas do ensaio, (antropologia e sociologia da cultura), história do teatro português, teatro e poesia, com obras publicadas em editoras de prestígio.
    É Licenciado em Antropologia e Mestre em Sociologia da Comunicação e Cultura.
Integrou Poetas sem Qualidades (Averno, 2002, direcção de Manuel de
Freitas).
   Tem poesia traduzida em castelhano e francês. Criou a revista Magma (2005-2009, co-direcção com Sara Santos). Dirigiu, com Urbano Bettencourt, a Biblioteca Açoriana.

quarta-feira, 13 de dezembro de 2017

Título- Katafarauns
Autor- José Martins Garcia
Literatura Portuguesa/Açoriana/Contos

Sinopse
Estes dois Katafaraum – o primeiro de 1974, o segundo de 1992, aqui juntos pela primeira vez –, constituem um sarcástico painel de um Portugal pouco recomendável («Roubaram-se a Pátria e a minha nação tornou-se KATAFARAUM», diz Martins Garcia).
         No primeiro Katafaraum (Katafaraum é uma nação), o sábio oriental Nanfazcafalta decifra os restos do mais célebre de todos os centros da cultura hidrófila, arrasado por um maremoto, no ano setenta da nossa era. Nanfazcafalta constatou que a decifração dependia, não dos caracteres observados, mas exclusivamente da posição tomada pelo decifrador. o mesmo se aplica aos sábios deitados, ajoelhados, acocorados ou de pé – posições que vedam o acesso ao símbolo. Nanfazcafalta empreendeu a decifração de numerosos fragmentos, colocando-se naquela posição a que se dá o nome de pyno...
         Em Katafaraum Ressurrecto, escrito no Portugal pós-revolucionário, Martins Garcia ataca impiedosamente alguns dos defeitos que a pátria adaptou aos novos tempos. São disso bem elucidativos os nomes de alguns dos contos: PanjeriquismoCaciquismoAlfabecassismoImpostismo ou Imposto ininterrupto Katafaraum (uma monstruosidade, afirma o autor) é-nos servido numa linguagem inovadora, sarcástica, mordaz.
        Não aconselhável a espíritos sentados.



terça-feira, 12 de dezembro de 2017

Título- Rufina
Autor- Miguel Soares de Albergaria
Literatura Portuguesa/Romance

Maria Rufina embarcou para os Açores em 1880, para aí viver com duas tias, depois de, ao ter ficado órfã, ter sido internada no hospício de alienados de Recife-Olinda. Em Ponta Delgada casou-se, nasceu-lhe um filho, para, cinco anos depois, na bancarrota de Portugal, o marido falir e suicidar-se. Duas alternativas restaram a Rufina. Ao decidir entre elas, escolheu a pessoa que seria, abriu um futuro ao filho, como ainda estabeleceu o sentido por que este a interrogou para se orientar na crise política do país no início do séc. XX. Uma história inspirada em pessoas e factos reais.



segunda-feira, 11 de dezembro de 2017

Título- Marilha
Autora- Cristóvão de Aguiar
Literatura Portuguesa/Açoriana/Prosa

Mar, Ilha; Ilha, Mar. Dois pólos de quinhoada solidão pelo mundo e as suas partes em silêncio repartida. Mar, Ilha. E quem ousará adivinhar por que misteriosa transformação ortoépica não teriam ambos evoluído, semanticamente, para Marilha (o mar marulha ou marilha?), depois para Marília, o nome de mulher, o teu, igualmente de sismo e de ciclone sitiado num nordeste só meu? Herdei-o de um Setembro de vindima muito escassa...
Biografia
Depois de Vitorino Nemésio, é considerado o maior escritor da literatura de autores açorianos e um dos de maior importância no panorama da Literatura Portuguesa contemporânea.
É licenciado em Filologia Germânica pela Universidade de Coimbra, que frequentou de 1960 a 1971. Cumpriu o serviço militar na Guiné Portuguesa, de 1965 a 1967, período durante o qual teve que interromper os seus estudos. Tornou-se leitor de Língua Inglesa na Universidade de Coimbra em 1972.
Foi agraciado com a Ordem do Infante D. Henrique em 2001 e homenageado pela Faculdade de Letras e Reitoria da Universidade de Coimbra em 2005, por ocasião dos quarenta anos da sua vida literária, tendo sido publicado um livro, "Homenagem a Cristóvão de Aguiar", coordenado pela Prof. Doutora Ana Paula Arnaut, o qual contém a generalidade das críticas e ensaios publicados sobre a obra do autor durante a sua vida literária 
A trilogia romanesca Raiz Comovida (1978-1981) é a sua obra mais importante. Merece também realce a sua Relação de Bordo (1999-2004), em 3 volumes, um dos mais interessantes diários da literatura portuguesa.
Obras
Poesia:
·         Mãos vazias (poesia, 1965);
·         O Pão da Palavra (1977);
·         Sonetos de Amor Ilhéu (1992)
Prosa:
·         Cães letrados, contos (2008)
·         Braço tatuado, retalhos da Guerra Colonial, 2006 
·         Ciclone de Setembro, 1985, romance ou o que lhe queiram chamar 
·         Grito em chamas, 1995, memórias
·         Passageiro em trânsito, 1988
·         Marilha, sequência narrativa (inclui "Ciclone de Setembro e Grito em Chamas".7
·         Com Paulo Quintela à mesa da tertúlia, nótulas biográficas 
·         A descoberta da cidade e outras histórias, 1992 
·         Miguel Torga - o lavrador das letras, 2007, no I centenário do nascimento do Autor
·         Catarse, diálogo epistolar em forma de romance (escrito em colaboração com Francisco de Aguiar)
·         Charlas sobre a Língua Portuguesa - alguns dos deslizes mais comuns de linguagem, 2007
·         Trasfega, casos e contos, 2003, (Prémio Miguel Torga, 2002)
·         A Tabuada do Tempo - a lenta narrativa dos dias (Prémio Miguel Torga, 2006)
·         O Coração da Memória, 2014

quinta-feira, 7 de dezembro de 2017

Título- A vida no Campo
Autor- Joel Neto
Literatura Portuguesa/Açoriana/Romance


Sinopse:
Um homem e uma mulher. Um jardim e uma horta. Dois cães. Ao fim de vinte anos na grande cidade, Joel Neto instalou-se no pequeno lugar de Dois Caminhos, freguesia da Terra Chã, ilha Terceira. Rodeado de uma paisagem estonteante, das memórias da infância e de uma panóplia de vizinhos de modos simples e vocação filosófica, descobriu que, afinal, a vida pode mesmo ser mais serena, mais barata e mais livre. E, se calhar, mais inteligente.
Curiosidade:

Joel Neto nasceu em Angra do Heroísmo, em 1974. Publicou livros de ficção, de crónica e de reportagem, mas diz ver-se a si próprio sobretudo como um «escritor de jornais». Escreveu em quase todos os grandes jornais portugueses, ganhou vários prémios de reportagem e vem desenvolvendo há mais de vinte anos intensa atividade como cronista.
O seu livro O Citroën Que Escrevia Novelas Mexicanas  (2002) foi adotado como leitura obrigatória pela Universidade dos Açores. O volume anterior, O Terceiro Servo  (2002) foi alvo de estudo na Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul, no Brasil. Banda Sonora para um Regresso a Casa é uma seleção das suas melhores crónicas, a maior parte delas publicadas na coluna Muito Bons Somos Nós, distribuída com os jornais Diário de Notícias e Jornal de Notícias.